No sertão nordestino, onde o sol sempre brilha, Vou lhes ensinar a fazer um bolo de noiva, Com açúcar, amor e carinho, vou dizer, Essa receita é boa demais, podem crer. Primeiro, pegue a farinha de trigo da boa terra, Numa bacia grande, pra começar a obra. Três xícaras cheias, bem generosas, Com um sotaque nordestino, não tem coisa mais gostosa! Açúcar cristal, uma xícara bem medida, Misture com a farinha, com cuidado e medida. Quatro ovos caipiras, que é pra dar sustança, Bata na massa com a força de uma esperança. Uma manteiga derretida, uma colher com gosto, E uma pitada de sal, no ponto certo e posto. Nós, nordestinos, somos cheios de tempero, Esse é o segredo, pra fazer um bolo sincero. Agora, meu amigo, preste atenção com carinho, Junte uma xícara de leite, é um jeitinho nordestino. E pra dar mais sabor, não pode faltar coco ralado, Uma xícara bem cheia, esse é o segredo guardado. Na sequência, vem o cravo e a canela a gosto, A canela, bem pouquinha, pro sabor ficar no rost...
Oficinas Um sistema digital[1] é um conjunto de dispositivos de transmissão, processamento ou armazenamento de sinais digitais que usam valores discretos (descontínuos). Em contraste, os sistemas não-digitais (ou analógicos) usam um intervalo contínuo de valores para representarem informação. Embora as representações digitais sejam discretas, a informação representada pode ser discreta, como números, letras, ou ícones, ou contínua, como sons, imagens, outras medidas de sistemas contínuos. A palavra digital tem origem no latim digitus (palavra latina para dedo), uma vez que os dedos eram usados para contagem discreta. O seu uso é mais comum em computação e electrónica, sobretudo onde a informação real é convertida na forma numérica binária como no som digital ou na fotografia digital. Pode ser dita como: uma representação da informação de forma abstracta (intocável), a qual pode ser manipulada por meio de dispositivos digitais, ou a forma de representação por valores lógicos ...